Eu amo, tu danças!

Como já bem dizia Emma Goldman ‘se eu não posso dançar, essa não é minha revolução’.

Quando tratando-se do ser e dos vínculos entrelaçados pelo coração/razão, quando pensamos na realidade perdida, vivida virtualmente emaranhados de informação/opressão, deixamos de dançar.

Enquanto a vontade do ter se preocupa com a quantidade do ser a profissão/servidão amante toma forma e corpo pura e simplesmente para legitimar a lacuna não preenchida completamente pelos entre-laços do coração.

A busca incessante do pensar/amar, do planejar/evitar/ do viver/não sonhar do fugir/experimentar/tentar.

Enquanto somos amantes e somente sabemos nós que somos amantes.

Enquanto as amantes tiverem de amar na surdina.

Enquanto as amantes tiverem de viver a solidão.

Enquanto as amantes estiverem sonhando em deixarem de ser amantes,

Se eu não puder amar, então, essa não é minha revolução.

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Sobre indelevelsabina

Uma amante anônima.
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